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Oposição em Rio Largo deve formar ‘bloco de união’ contra GG

Já escrevi aqui no Blog Kléverson Levy que o prefeito de Rio Largo, Gilberto Gonçalves, o GG -“Quero meu Dinheiro” – (PP), não agrada aos munícipes que andam insatisfeitos com perseguições, má-administração e promessas não cumpridas desde a eleição de 2016.

Contudo, GG será sim candidato à reeleição p ficar mais quatro anos à frente da Prefeitura rio-larguense. Gonçalves, ao analisarmos matematicamente e politicamente a eleição anterior, teve sorte naquele embate.

GG foi eleito com exatos 12.633 votos (32,07% válidos), por conta do grande número de candidatos a prefeito em 2016. Foram seis (6) nomes com o do atual gestor, inclusive, o deputado estadual Marcelo Victor (SD) que ficou em terceiro colocado.

A expectativa, portanto, é fazer com que a oposição forme um bloco chamado de ‘bloco da união’ para derrotar o eterno deputado estadual “Quero meu Dinheiro (GG)” nas urnas de 2020.

Para isso, empresário Pedro Victor (PSC), o ex-vereador Fernando James (Pros), a ex-prefeita Vânia Paiva (MDB) e Luiz Carlos Alves de Oliveira, o Luiz Carlos (PSD), estão na lista para o pleito do próximo ano.

Mas devem levar em conta o que analisou o ex-vereador Fernando James para 2020: “se for um consenso de grupo político, o desejo da população rio-larguense e o chamado “potencial eleitoral” – diante das pesquisas e aceitação popular”.

Ou seja, o nome da oposição deve partir desses preceitos citados pelo filho de Collor.

Vejamos, no entanto, a seguinte análise para o que circula na cidade:

Pedro Victor (PSC) – em 2016 foi o segundo colocado na disputa e obteve exatos 10,754 votos (27.30% válidos) na cidade. Apesar da derrota, permanece fazendo seu trabalho em Rio Largo e não perdeu a chance de chegar ao Executivo local;

Fernando James (PROS) – ex-vereador e filho do senador Fernando Collor (Pros), conseguiu reunir um grupo de aliados com vistas às eleições do próximo ano. Chamou os aliados para falar do compromisso que tem com a cidade e cresceu com resultado do pleito de 2018 – quando obteve uma boa aceitação da população como candidato a deputado federal;

Vânia Paiva (MDB) – ex-prefeita de Rio Largo obteve na eleição de 2016 5.299 votos (13.45% Válidos) e ficou como quarta colocada. Além disso, é aliada da família Calheiros e pertence ao mesmo partido do Palácio República dos Palmares;

Mima (PSOL) – ex-vereador se candidatou a prefeito e ficou quinta colocação com 2,951 votos (7.49% válidos);

Luiz Carlos (PSD) – é o nome indicado, até então, pelo deputado estadual Marcelo Victor (SD) para disputar à Prefeitura de Rio Largo. MV, o todo-poderoso da Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE), das urnas de RL em 2016 – exatos 7,599 votos ( 19.29% válidos) na terceira posição.

Opinião, política e a matemática eleitoral

Contudo, a união da oposição ou dos nomes citados acima, analisando o resultado das urnas de 2016, é a melhor opção para derrotar o atual prefeito de Rio Largo. Essa não é apenas uma análise do Blog Kléverson Levy, todavia, também dos ‘experts’ que entendem os bastidores da política em Rio Largo.

Portanto, a soma de eleitores dos candidatos que disputaram o pleito passado ultrapassou os 26 mil votos contra os 12.633 de GG. Afinal, Gonçalves saiu das urnas eleito por conta da divisão da oposição (ou era situação) e devido ao grande número de prefeitáveis.

Por fim, é entender que essa ganância de PODER – na maioria dos municípios (oposição saindo com mais candidatos na disputa) – é o que favorece tais prefeitos – mal avaliados – a serem reeleitos. Já em RL, há a necessidade de união em torno de um nome (prefeito e vice) que possa derrotar Gilberto Gonçalves nas urnas do próximo ano.

Será?

#VidaQueSegue

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