Eleições 2018: Collor está fora da disputa à presidência

Em nota, o Partido Trabalhista Cristão (PTC) anunciou – em seu site e redes sociais – que não terá candidatura à presidência em 2018. Ou seja, o senador Fernando Collor não vai disputar o cargo de presidente como havia anunciado no início deste ano.

No texto, o presidente do PTC Nacional, Daniel Tourinho, explicou que – após discussão interna e avaliação do cenário nacional – a sigla decidiu não lançar um nome para concorrer a presidente do Brasil.

O mais importante para a sigla, segundo ainda a nota, é eleger deputados federais com o objetivo de alcançar mais de 1,5% dos votos válidos e ultrapassar a cláusula de barreira.

“A direção nacional do PTC possui duas grandes responsabilidades junto ao partido. A primeira, com a sobrevivência do mesmo. A segunda, com os milhares de pré-candidatos a deputado federais, deputados estaduais, e senadores filiados ao partido, onde todos estão trabalhando arduamente, com sacrifícios pessoais e profissionais para, além de se elegerem, levar o PTC a ultrapassar a cláusula de barreira, elegendo deputados federais e obtendo mais de 1,5% dos votos válidos, nacionalmente”, explicou Tourinho.

Entretanto, a famosa “cláusula de barreira”, aprovada em outubro passado, as legendas deverão atingir pelo menos 1,5% dos votos válidos para a Câmara em pelo menos nove Estados ou ter eleito, no mínimo, 13 deputados em nove Estados.

Nas eleições de 2014, o PTC ficou longe desse porcentual: teve apenas 0,35% dos votos e só conseguiu eleger dois deputados.

E Alagoas?

Quanto ao senador Collor, já escrevi neste blog que Elle estaria com “ânimo” para participar do processo eleitoral em Alagoas. Com essa decisão do PTC nacional, todavia, é um caso a ser re-pensado.

No entanto, volto a afirmar que Collor não se manifestou – ainda – a respeito da eleição nas terras de caetés e marechais.

Contudo, o senador alagoano tem se reunido – nos últimos dias e começo deste mês – com lideranças políticas, parlamentares, prefeitos, ex-prefeitos e correligionários no intuito de discutir o pleito em andamento.

“Imprevisível”, acredito que Elle ainda pode vir ao pleito eleitoral em Alagoas.

Em tempo, a respeito de sua candidatura à presidência, relataram os correligionários-aliados ao blog: foi uma “jogada de marketing” para ganhar visibilidade e avaliar sua aceitação (que resultou em um índice baixo) na política nacional, no entanto, puxando para cenário local – Alagoas.

Será?

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