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RF aparenta ter tido amadurecimento político; mas, o futuro, remete a um passado não tão longínquo

Por Kléverson Levy

Na última terça-feira, durante a solenidade de posse dos novos secretários de Estado, ocorrida no Salão de Despachos do de Palácio da República dos Palmares, o Blog Kléverson Levy avaliou que o governador Renan Filho (MDB) – aparenta – está mais maduro como político.

O segundo mandato de RF – ao que parece – fez (ou vai fazendo) com que o governador reconheça os erros, continue com os acertos, cresça com a experiência adquirida e aprenda com a cadeira que está sentado há quase sete (7) anos.

A política, em si, ela ensina a ser grande e/ou pequeno; matura para melhor ou pior; e descontrói toda uma imagem feita ao longo dos anos de mandatos.

No caso do governador, acredita-se, que a política maturou e o ensina a ser grande, aliás, do tamanho que ele já foi anteriormente. Administrativamente, RF tem suas vantagens e desvantagens como gestor.

Para o cargo que ocupa com certa ‘maestria’, de fato, o filho do senador Renan Calheiros (MDB) é considerado um ótimo administrador. Porém, RF pecou em decisões e ações que já trouxeram prejuízos políticos e eleitorais.

Afinal, não podemos nunca esquecer – e o Blog Kléverson Levy vai relembrar sempre – do famigerado 14% dos aposentados e pensionistas, por exemplo.

Esse é e foi um dos piores ‘gargalos’ e erros do governo de Renan Filho.

Fora isso, o governador segue bem avaliado e não carrega uma imagem tão ‘pesada’ como os adversários imaginam. É peça chave na eleição de 2022.

Foto: Blog Kléverson Levy

O futuro, quem sabe?

Para a eleição de 2022, dizem – via bastidores do Palácio República dos Palmares, que ainda há tempo de se pensar, reaver o ‘peso’ político e, por fim, decidir qual será o destino do governador no pleito vindouro.

Sabe-se que, ao deixar a cadeira palaciana, caso decida ir em busca de um mandato eletivo no próximo, Renan Filho vai passar pela aprovação das urnas, sem o Poder nas mãos, e na avaliação única e exclusiva do eleitor alagoano para com os seus dois mandatos.

Portanto, vai ser visto pelo mesmo crivo político-eleitoral que Ronaldo Lessa, lá em 2002, quando deixou o cargo com um vice de confiança (RF não tem), mas perdeu para o senador Collor – à época – ainda que no auge com os servidores públicos do Estado.

Renan Filho, todavia, hoje e atualmente, aparenta está mais maduro como político e politicamente, mas o futuro remete ao passado não tão longínquo. Basta lembrar os passos de hoje e a eleição de 2002 com Ronaldo Lessa x Collor.

A história parece se repetir, em tempos e personagens diferentes, mas numa mesma direção eleitoral e novela (um remake) que pode se acontecer ou não. Será?

Veremos no futuro!

É isto!

#VidaQueSegue

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