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Jó Pereira também defende ida de secretária de Educação à ALE

Foto: Assessoria

Já disse que o embate entre o deputado estadual Davi Maia (DEM) e a secretária de Estado da Educação, Laura Souza, se tornou uma ‘briga’ pública que terá palco na Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE).

Em aparte ao pronunciamento de Maia, a deputada estadual Jó Pereira (MDB) também defendeu a presença da secretária de Estado da Educação para apresentar o plano para retomada do ano letivo na rede pública estadual de ensino.

“A convocação ocorre em um momento que fica claro, mais uma vez, que a Secretaria de Estado da Educação não se importa com planejamento, que isso não é uma prioridade. Muitas vezes ela (a secretária), ainda como secretária-executiva, sequer compareceu às discussões do Plano Estadual de Educação. É importante que essa Casa diga a prioridade que tem a educação”, disse Jó, se referindo ao requerimento – de autoria de Davi Maia – para que Laura Souza seja convocada ao Parlamento.

A deputada destacou que, até o momento, ainda não se sabe como e quando será feita a retomada do ano letivo em Alagoas.

“Seis meses depois, neste momento a pandemia não é mais surpresa e ainda assim não temos notícia de um planejamento da educação para essa retomada. Essa Casa vem debatendo educação desde a construção do Plano Estadual, mostrando a necessidade de planejar a educação. Ressalto que se existe uma política pública na qual o planejamento é ainda mais imprescindível, é a educação, pois é uma política pública de longo prazo, mas que depende de ações de curto e médio prazo”, cobrou Pereira.

Jó também criticou o fato de o estado ainda não ter executado o percentual mínimo de 30% dos recursos do Plano Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) para compra de alimentos da agricultura familiar para compor a merenda.

“Os recursos estão em conta, a agricultura familiar está precisando desse incentivo, mas infelizmente a secretária não enxerga o que esses recursos podem fazer pelos alunos, em termos de alimentação saudável, e pelos agricultores, que poderiam estar escoando sua produção”.

Agora, mais do que nunca, cabe ao Palácio República dos Palmares – e seus interlocutores políticos – apagar o fogo aceso novamente (de novo?) entre ALE e Educação AL.

Será? Será?

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