Eleição no Tocantins pode revelar o que virá das urnas em 2018

Ao ouvir questionamentos de cidadãos pelas ruas deste Estado é possível perceber que se fala muito na discussão eleitoral referente ao pleito que – diariamente – ganha novos fatos, textos e análises. 

No jogo político sendo jogado todos os dias e, consequentemente, semanalmente, acredite que pré-candidaturas postas – até agora – só serão candidaturas confirmadas se passarem do prazo final para convenções partidárias. 

Todavia, o último dia para os partidos políticos e coligações apresentarem – junto à Justiça Eleitoral – o requerimento de registro de candidatos é 15 de agosto. 

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral, “As convenções para a escolha dos candidatos a presidente e vice-presidente da República, governador e vice-governador, senador e, respectivos suplentes, deputado federal, deputado estadual ou distrital, deverão ocorrer entre os dias 20 de julho e 5 de agosto”. 

E Ponto!

Por outro lado, tentar influenciar o eleitor, falando que “fulano não é candidato, beltrano não pode e que sicrano vai desistir”, é ter medo da reação que virá das urnas de outubro. Aliás, deixemos que o povo faça suas escolhas e suas vontades.

É bem verdade que a “mentira contada/repetida por diversas vezes se torna verdade”.

Porém, difícil é acreditar nos bastidores dos escritórios políticos que amanhecem pelas manhãs sempre contando uma novidade para espalhar factoides em forma de notícias. 

Eleição é como uma partida de futebol com um jogo complicado (e pesado) para aqueles que de quatro em quatro anos almejam conquistar Poder e Poder. 

No Tocantins!

Já escrevi (e reitero) neste blog que o clima de desinteresse pela política (e, em sua maioria, pelos políticos) é geral até nas pequenas comunidades/cidades – onde muitos são considerados “semi-analfabetos ou analfabetos”.

O povo está desacreditado na chamada “propostas políticas” e força os candidatos de 2018 repensaram uma nova fórmula para conquistar o próprio eleitorado. 

Fato que, no Tocantins, por exemplo, ressalte-se que quase a metade dos eleitores (19,19% dos votos brancos e nulos e somados às abstenções acima de 30,14% = quase 50% do eleitorado) não quis escolher o governador do Estado no pleito realizado no último domingo, 03. 

É uma realidade atual que os especialistas chamam de “crise de representatividade pela qual passa a democracia brasileira”. 

Afinal, quem representa os cidadãos nos Poderes (Executivo, Legislativo e até no Judiciário)? 

Portanto, o povo não sente-se mais representado (e as pesquisas em Alagoas também apresentam e termos de votos brancos, nulos e abstenções) pelos que estão no Poder. 

A eleição no Tocantins revela o que será de 2018 nas urnas? Pode sim! Outubro virá.

Do contrário, 2018 tem tudo para ser diferente na política, a depender de cada eleitor, ou continuar com mesmice (os mesmos políticos) de sempre. 

Cazuza já dizia… “Ideologia! Eu quero uma pra viver!”. 

Vamos à luta!

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