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Eleição em Campo Grande-AL terá 3 nomes na disputa

Por Kléverson Levy

Já está decidido pelo do Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE/AL): a Resolução nº 16.105 que designou o dia 11 de abril como data para a realização da eleição suplementar na cidade de Campo Grande, no agreste de Alagoas.

Na nova disputa eleitoral que coloca – de novo! – o ex-prefeito da cidade, Arnaldo Higino (PP), como coadjuvante, três nomes vão em busca da cadeira de chefe do Executivo local.

Vale lembrar que, atualmente, o Poder Executivo é ocupado pela vereadora mais votada em 2020 e também atual presidente da Câmara Municipal, Josefa Barbosa (PRB).

Barbosa é aliada da família Higino e, como prefeita-interina, vai conduzir o pleito eleitoral de 2021.

Apesar de ter sido reeleito em 15 de novembro de 2020, Arnaldo Higino (obteve 3.372 votos – 51,40% válidos) foi condenado por ato doloso de improbidade administrativa e teve a candidatura indeferida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

De imediato, o TSE determinou a realização de uma nova eleição em Campo Grande.

Pré-candidatos

Com isso, três nomes já despontam como pré-candidatos a prefeito do município. Entre eles, o sobrinho e a cunhada do ex-gestor, segundo fontes do Blog Kléverson Levy.

Ex-prefeito fez o anúncio do sobrinho nas redes sociais / Foto : Instagram

Téo Higino (PRB), vereador eleito no ano passado, foi anunciado como substituto do tio na ‘briga’ pela Prefeitura local. Já Maria Inês Correia, a Inês Correia (PSD), cunhada e ex-vereadora, também se lançou candidata na “oposição”.

Os dois nomes da família Higino, ressalte-se, enfrenta uma rejeição considerável como pré-candidatos na cidade.

Cícero Pinheiro (MDB), eterno oposicionista e que ficou em segundo lugar com 3.156 votos (48,11% válidos), também será – novamente – candidato contra o poderio político que administra a cidade com ‘mão de ferro’ há anos e anos.

Cícero Pinheiro (MDB), eterno oposicionista e que ficou em segundo lugar com 3.156 votos (48,11% válidos)

Portanto, Arnaldo Higino enfrentará às urnas pela segundo vez, em menos de um ano, mas terá que – antes – reavaliar um nome que seja aceito pela população.

A oposição, entretanto, poderá até surpreender na eleição suplementar de 11 de abril de 2021, na cidade de Campo Grande, agreste de Alagoas, por ser uma nova disputa.

Será?

#VidaQueSegue

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