webbanner_BEM+AULAS COM CUIDADO_728x90px
webbanner_BEM+AULAS COM CUIDADO_728x90px

Dissidentes do MDB palmeirense começam a ‘esvaziar’ sigla Calheirista

O ex-vereador e atual secretário municipal de Captação de Recursos de Palmeira dos Índios, Sérgio Passarinho, não faz mais parte do MDB palmeirese. 

Em conversa com Blog Kléverson Levy, Passarinho informou que deixou a sigla após a mudança de presidente – também sem aviso prévio – e a interferência da Executiva estadual dentro da direção municipal sem a devida comunicação. 

Além de Passarinho, o ex-vereador, ex-secretário e atual aliado do prefeito Júlio Cezar (o “Imperador”), Antônio Fonseca, também ‘pulou fora’ do partido comandado pelo filho de seu agora ex-aliado, James Ribeiro.

Lembrando: Fonseca foi um dia considerado o “homem forte” nas gestões de James Ribeiro (2009-2016), quando ocupou Secretaria Municipal de Articulação Política.

Porém, desde junho deste ano, o partido na cidade está sob o comando de José Helenildo Monteiro Neto, o Helenildo Neto, filho do ex-prefeito James Ribeiro (PRTB). 

Na eleição de 2012, Sérgio Passarinho e mais três candidatos foram eleitos vereadores pelo partido. Em 2016, Sérgio ficou na suplência. Mas o MDB local conseguiu eleger Adelaide França, Pedrinho Gaia e Joelma Toledo.  

Quanto ao fato de Helenildo Neto, todavia, não agradou muito alguns nomes que estavam filiados na sigla e, inclusive, gerou insatisfação aos vereadores de mandatos e eleitos no pleito de 2016.
Portanto, com a saída de Sérgio Passarinho do partido Calheirista, e pensando no pleito de 2020, é provável que o ex-vereador se filie ao PSD do deputado federal Marx Beltrão.

2020

Contudo, para 2020, é bem provável que o MDB a nível estadual seja ‘esvaziado’ em alguns municípios alagoanos. 

Os motivos, além da insatisfação de alguns filiados com o governador Renan Filho, de fato, ainda tem a questão do fim das coligações proporcionais que entrará em vigor no próximo ano eleitoral.

Será? 

Ou seja, com a reforma política, os partidos não mais poderão se coligar em eleições proporcionais. Isso significa que as siglas concorrerão em chapas separadas, entretanto, sem alianças.

A partir de agora – 2020 – os partidos contarão apenas com seus próprios votos para eleger os respectivos vereadores na eleição municipal de 2020.
Deixe um comentário