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Coruripe: gestão marcada pelo desemprego e ‘maquiagem’ administrativa

Por Kléverson Levy

Decepção tem sido uma das palavras mais citadas na cidade do litoral sul quando se fala na gestão do atual prefeito Marcelo Beltrão (PP).

A administração local tem deixado a desejar e muitos moradores reclamam, além da ausência do prefeito na cidade, da falta de diálogo com o secretariado municipal.

Beltrão, inclusive, desde o dia em que ganhou a eleição – e antes mesmo de ser candidato – não é figura fácil de encontrar pela cidade.

O prefeito, ao que parece, não se identifica com o município e a ‘maquiagem’ feita pela sua administração é um dos pontos mais críticos na população.

Além disso, vários servidores (SPs e contratados) foram demitidos causando uma indignação, arrependimento e o aumento no número de desempregados coruripenses com famílias tendo que pedir ajuda para levar o alimento para casa.

Marcelo Beltrão também centralizou os gastos do Executivo na pasta que é comandada pela família e o entrave ficou por conta da burocratização administrativa.

Prefeito decretou Situação de Emergência Administrativa / Fotos: assessoria

Sem divulgar os gastos, despesas, contrato de pessoal e informações que deveriam constar no Portal da Transparência, a administração chamada na cidade de “Tamojunto” tem escondido o que deveria constar na Lei de Acesso à Informação.

Tudo tem sido feito às escondidas, sem divulgação e o Tribunal de Contas do Estado de Alagoas (TCE-AL) deverá ser acionado. A população, no entanto, cobra e quer saber, nesses 90 dias, o que fez o prefeito com os repasses, gastos, contratos e o uso da máquina no Poder Executivo.

Lembrando: o prefeito decretou Situação de Emergência Administrativa no município, desde o dia 05 de janeiro, com vigência de 90 dias. Até então, nada foi mostrado à população. 

Por fim, eis a pergunta que poderia ser questionado: cadê os fiscalizadores chamados de vereadores?

Muitos estão com os olhos fechados – recebendo a famigerada “rachadinha” – para não perceberem o que se passa na cidade ou no Poder Executivo.

Afinal, são 90 dias – 3 meses – de quê?

#VidaQueSegue

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