Aliança política em Jequiá retrata união de ganância e ambição de Poder

Fotos: Redes Sociais


Quem conhece a história política de Jequiá da Praia sabe bem que o presente não se encaixa com o passado de desavenças, xingamentos e brigas de grupos políticos rivais.

Ontem, 20, foi selado um acordo entre o filho da ex-prefeita Rosinha Jatobá (MDB) e pré-candidato a prefeito, Felipe Jatobá (PP), com seu (ex) arqui-inimigo e arquirrival, o deputado estadual Marcelo Beltrão (agora no PP).

A aliança política de 2020, entre Jatobá e Marcelo, é resultado de uma união que demonstra traição, ganância e ambição de Poder.

Na articulação dessa junção eleitoral, o parlamentar levou ainda o atual presidente da Câmara de Vereadores da cidade, Manoel Carvalho, e os colegas vereadores João Sampaio, Zilmo e Cialex, além de um grupo de pré-candidatos ao legislativo local.

Porém, nos anais da política jequiaense estão escritos que o grupo que agora se une para conquistar à Prefeitura, em meio ao oportunismo e chantagismo eleitoral, é como se dizer no linguajar popular que 'nunca se bicaram'.

Isso ocorre desde a eleição de 2008, passando por 2012 e 2016, quando a família Jatobá sempre foi de oposição aos atuais membros que - a partir de ontem, 20 - se tornaram "amigos de infância".


Marcelo, o deputado estadual, que sempre foi contra à família Jatobá e, inclusive, já usou de termos chulos para atacar a ex-prefeita e mãe do pré-candidato do PP, vai subir no palanque que um dia ele chamou de 'atraso, incompetente e até acusou de desvio de verbas públicas'.

A ganância e ambição de Poder faz o nobre parlamentar se unir aos Jatobás, a quem sempre teve como inimigo político em Jequiá da Praia, e repete o mesmo cenário de cobiça na cidade de Coruripe.

Ou seja, vai brigar pela Prefeitura de Coruripe e Jequiá da Praia sem o apoio da família, ao lado da oposição e traindo o grupo político/familiar que sempre foi referência durante sua trajetória na política, desde quando o eterno deputado estadual João Beltrão (in memória) foi seu escudeiro para os velhos embates eleitorais.

Portanto, atualmente, fica lado a lado dos novos ex-adversários políticos que hoje são abraçados como aliados por interesses pessoais, políticos e se tornam "amigos de infância".


É a verdadeira união da ganância e ambição de Poder que poderá respingar futuramente. Porém, cabe aos eleitores  jequiaenses avaliarem essas uniões que - caso eleitos - vão impactar na divisão de cargos e "fatia do bolo" da administração municipal.

No jogo político, há traições, ganância, Poder, falsidade, deslealdade, hipocrisia, perversidade, infidelidade...e o interesse político-pessoal!

#VidaQueSegue

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